Confira dicas para se tornar um professor EAD
Domingo, 24 de janeiro de 2021
2 minutos de leitura

Confira dicas para se tornar um professor EAD

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Você já pensou no tanto que o ensino a distância vem crescendo no país? Por isso, novas formas de ensinar e aprender surgem e, também, novas profissões. Uma delas é a do professor EAD. Você sabe o que esse profissional faz e qual a diferença entre um professor EAD e um professor tradicional? Confira sobre o assunto neste artigo:

 

Quem é o professor EAD?

O ensino a distância funciona de forma um pouco diferente do ensino tradicional e presencial, porém, algumas características ainda são semelhantes. A figura do professor, por exemplo, é uma dessas. O professor EAD é aquele profissional que, assim como no ensino clássico, irá ser o responsável por ensinar, auxiliar os alunos, mandar materiais complementares, sugerir exercícios e participar de discussões. A diferença é que essa dinâmica irá acontecer no ambiente virtual, por isso, o professor EAD é um profissional que precisa se adaptar à essa modalidade de ensino.

Entre todas essas coisas, então, o papel do professor EAD será de auxiliar os alunos com o engajamento com aquele conteúdo e auxiliá-los na adaptação ao ensino remoto.

Para ter sucesso como um professor EAD, é preciso desenvolver algumas habilidades específicas ao ensino remoto. Veja algumas dicas para se tornar um tutor EAD:

Dicas para se tornar um professor EAD.

Adapte-se.

O primeiro desafio de um professor EAD é entender que o ensino a distância diz respeito a outra modalidade de ensino, e, por isso, não basta apenas transferir as aulas presenciais para o ambiente virtual. É preciso uma habilidade de adaptação, de entendimento do público e suas motivações, o que faz eles procurarem um ensino remoto e como ajudá-lo a alcançar seus objetivos. Então, antes de começar a gravar suas videoaulas, pesquise sobre o EAD e entenda como esse modelo de ensino é diferente do tradicional.

Seja conciso.

As aulas virtuais são - e devem ser - diferentes das tradicionais. No ensino tradicional é normal que o professor bata papo, conte casos e ‘fuja’ um pouco do tópico principal, afinal, a conexão entre os alunos e professor é muito mais fácil de acontecer presencialmente.

No ensino a distância, porém, é preciso ser um pouco mais breve e ir direto ao ponto, pois é muito mais fácil perder a atenção de alguém quando ela não está te vendo presencialmente.

Seja leve e divertido.

E claro, como essa conexão presencial não acontece no ensino a distância, você precisa se esforçar um pouco mais para garantir o engajamento dos alunos com aquele curso. Uma boa forma de fazer isso é sendo leve e divertido!

Planeje as aulas.

As aulas também devem ser muito bem planejadas. Que tal elaborar um plano de aula completo e garantir que todos os objetivos daquela lição serão alcançados de forma efetiva?

Aprenda sobre novas tecnologias.

E claro, por último, é essencial que o professor EAD seja familiarizado com diferentes tecnologias, afinal, um dos diferenciais positivos do ensino a distância é trabalhar com diferentes ferramentas tecnológicas. Estude sobre o que é uma sala de aula virtual, gamification e demais ferramentas que a tecnologia oferece para melhorar o ensino a distância.

Com isso em mente será muito mais fácil se adaptar ao ambiente virtual e se tornar um professor EAD de sucesso.

 

 

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  2. Acústica — o item mais negligenciado, com soluções de R$ 0 a R$ 2.500
  3. Iluminação — triângulo de 3 pontos explicado, com temperaturas de cor e opções por faixa
  4. Câmera — do smartphone ao mirrorless, com critérios objetivos
  5. Microfone — USB vs XLR, posicionamento e acessórios essenciais
  6. Fundo — natural, chroma key e backdrop com custos reais
  7. Internet e streaming — para aulas ao vivo, com configurações de rede
  8. Software — gravação, edição e tratamento de áudio (pagos e gratuitos)
  9. Setup por orçamento — tabelas resumo em 3 níveis (até R$800 / até R$3.500 / profissional)
  10. Checklist pré-gravação — prático e direto
 

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📌 “Mais um curso longo.”
📌 “Só preciso concluir para cumprir a regra.”
📌 “Depois eu vejo isso.”

Cursos de compliance, normas internas, LGPD, segurança do trabalho ou código de conduta são essenciais — mas frequentemente enfrentam baixa adesão e engajamento superficial.

O problema raramente é o tema.
É o formato.

Treinamentos longos, excessivamente teóricos e pouco aplicáveis geram resistência e queda na taxa de conclusão.

A boa notícia é que isso pode ser resolvido com estratégia.

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Existe um mito recorrente na educação online:
“Os alunos desistem porque o conteúdo é difícil.”

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Eles abandonam quando a experiência falha.

No EAD, o problema raramente é o assunto.
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Em um ambiente cheio de distrações, notificações e estímulos constantes, conteúdos puramente expositivos tendem a gerar queda de engajamento e evasão.

Mas existe uma ferramenta poderosa — e muitas vezes subutilizada — na educação digital: o storytelling.

Muito além de contar histórias, o storytelling aplicado ao ensino cria conexão emocional, facilita retenção e torna o aprendizado mais significativo.

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