Saiba como fazer um bom onboarding em seu negócio
Terça, 8 de agosto de 2023
de leitura

Saiba como fazer um bom onboarding em seu negócio

Compartilhe:

Realizar um bom processo de onboarding é fundamental para construir um bom clima organizacional e atuar na retenção de talentos de sua empresa.

Ao preparar o novo colaborador para o dia a dia na organização, a empresa aposta no desenvolvimento do negócio.

Entenda por que é importante realizar um onboarding completo.

Qual a importância de realizar um bom onboarding?

O processo de onboarding de colaboradores diz respeito à integração e adaptação de novos funcionários nas empresas. Ele visa introduzir os novos colaboradores às dinâmicas do local, seu funcionamento e à cultura organizacional.

Entre as principais vantagens de realizar o onboarding está a retenção de talentos. Para além dos benefícios palpáveis oferecidos por uma empresa, é necessário pensar que outros aspectos, como alinhamento de valores organizacionais, rotina do negócio, etc, podem impactar a decisão do talento. Nesse sentido, o processo de onboarding tem papel fundamental para alinhar expectativas.

Outro benefício de um processo de onboarding bem realizado é o aumento do engajamento dos talentos. Colaboradores que são incentivados desde o começo e se sentem motivados em seu trabalho têm muito mais engajamento dentro da organização.

Confira agora 4 dicas para realizar um bom processo de onboarding em sua empresa.

4 dicas para fazer um onboarding eficaz em seu negócio

Se você deseja reter seus talentos, aumentar o engajamento de sua equipe e reduzir o turnover em sua empresa, confira estas 4 dicas.

 

  • Deixe tudo claro na hora da contratação

 

No momento da contratação do novo colaborador, deixe tudo bem claro. Solucione todas as dúvidas sobre salário, tempo de experiência, benefícios, etc, para que tudo fique alinhado para o primeiro dia na empresa.

Formalize estas informações por e-mail ou por outro canal, para registrar tudo da melhor forma possível.

 

  • Prepare a chegada do colaborador

 

O colaborador deve se sentir acolhido quando chegar à empresa, por isso, uma boa ideia é deixar todo o time ciente da chegada do novo membro. Seja por meio de um e-mail, seja por meio de uma reunião, dê espaço para que o colaborador conheça seus colegas de time e para que haja uma integração entre eles.

Prepare com cuidado a primeira semana de trabalho do funcionário, pensando em treinamentos e todas informações necessárias para que ele realize seu trabalho.

 

  • Apresente o setor de trabalho

 

Com todas as introduções necessárias realizadas, é hora de mostrar ao colaborador seu novo local de trabalho. Em conjunto ao RH, a equipe e o gestor do funcionário podem transmitir todas as noções de que precisa em seu dia a dia de trabalho.

Este momento é importante para aproximar o novo colaborador de sua equipe e compartilhar quais serão os desafios do time.

 

  • Organize o local de trabalho

 

Deixar o local de trabalho do funcionário organizado para o primeiro dia também é uma ótima forma de dizer boas-vindas. 

Organize seus materiais de trabalho, deixe os contatos oficiais da empresa para casos de necessidade e estabeleça uma agenda para ele em seu primeiro dia de trabalho.

Pequenas ações como estas fazem com que o colaborador se sinta bem-vindo e acolhido em seu novo local de trabalho.

Neste artigo, nós vimos que realizar um bom processo de onboarding é fundamental para criar uma boa experiência para os novos talentos que chegam à sua empresa.

Gostou deste conteúdo? Siga nossas redes sociais para ficar antenado em nossas novidades! Estamos no Instagram, LinkedIn e Facebook.

Player de vídeo próprio vs. YouTube embed: o que você perde (e ganha) em cada escolha

Player de vídeo próprio vs. YouTube embed: o que você perde (e ganha) em cada escolha

A ilusão do gratuito

Embutir um vídeo do YouTube no seu site parece a escolha óbvia. É grátis, funciona em dois cliques e qualquer dev implementa em minutos. Por que complicar?

Porque "gratuito" é uma troca, não um presente. Você paga com dados que nunca chega a ver, com a marca que some no momento mais importante e com leads que o algoritmo do YouTube leva embora assim que o vídeo termina.

Este artigo não é sobre onde hospedar seus vídeos. É sobre qual player carrega esses vídeos dentro do seu site ou plataforma — e o que muda dependendo dessa escolha. Se você usa vídeo como ferramenta de negócio, a diferença importa mais do que parece

Como fazer transmissões ao vivo profissionais sem travar

Como fazer transmissões ao vivo profissionais sem travar

Por que as lives ainda travam em 2026

A maioria das transmissões ao vivo que falham não falha por falta de talento ou conteúdo ruim. Falha por decisões técnicas erradas tomadas antes de o primeiro frame ser transmitido.

Internet instável, encoder mal configurado, bitrate incompatível com a resolução escolhida — cada um desses pontos, sozinho, é suficiente para destruir uma live de horas de preparação em segundos ao ar.

Este artigo cobre a parte que menos se fala: a infraestrutura técnica de uma transmissão ao vivo profissional. Não vamos falar sobre roteiro, apresentação ou câmera fotogênica. Vamos falar sobre o que precisa funcionar para que tudo o mais importe.

Se você faz lives para cursos, eventos corporativos, lançamentos ou qualquer contexto onde qualidade técnica é reputação — este guia é para você.

 

Vídeo Institucional vs. VSL: Quando Usar Cada Um e Como Estruturar do Zero

Vídeo Institucional vs. VSL: Quando Usar Cada Um e Como Estruturar do Zero

A distinção estratégica que ninguém explica — e que pode estar custando conversões (ou credibilidade) ao seu negócio.

Como montar um estúdio em casa para gravar videoaulas com qualidade profissional

Como montar um estúdio em casa para gravar videoaulas com qualidade profissional

Estrutura do artigo (10 seções):

  1. Escolha do espaço — orientações sobre tamanho, janelas, ruído e fundo natural
  2. Acústica — o item mais negligenciado, com soluções de R$ 0 a R$ 2.500
  3. Iluminação — triângulo de 3 pontos explicado, com temperaturas de cor e opções por faixa
  4. Câmera — do smartphone ao mirrorless, com critérios objetivos
  5. Microfone — USB vs XLR, posicionamento e acessórios essenciais
  6. Fundo — natural, chroma key e backdrop com custos reais
  7. Internet e streaming — para aulas ao vivo, com configurações de rede
  8. Software — gravação, edição e tratamento de áudio (pagos e gratuitos)
  9. Setup por orçamento — tabelas resumo em 3 níveis (até R$800 / até R$3.500 / profissional)
  10. Checklist pré-gravação — prático e direto
 

Treinamentos obrigatórios não precisam ser chatos

Treinamentos obrigatórios não precisam ser chatos

Como microaulas, casos reais e trilhas curtas aumentam conclusão e retenção

Quando se fala em treinamentos obrigatórios dentro das empresas, a reação costuma ser previsível:

📌 “Mais um curso longo.”
📌 “Só preciso concluir para cumprir a regra.”
📌 “Depois eu vejo isso.”

Cursos de compliance, normas internas, LGPD, segurança do trabalho ou código de conduta são essenciais — mas frequentemente enfrentam baixa adesão e engajamento superficial.

O problema raramente é o tema.
É o formato.

Treinamentos longos, excessivamente teóricos e pouco aplicáveis geram resistência e queda na taxa de conclusão.

A boa notícia é que isso pode ser resolvido com estratégia.